A inclusão de libras e braile na grade curricular

Instituições de Ensino

libras braille importancia grade curricular
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on whatsapp
Share on email

As instituições de ensino têm a possibilidade de ajudar a promover a inclusão e a comunicação da população deficiente visual, auditiva e afônica do país, através da adição de disciplinas eletivas obrigatórias na grade de estudos oferecida aos alunos

 

As escolas de ensino fundamental, médio, técnico e de ensino superior devem rever suas grades curriculares e disseminar conhecimento, educar pessoas e conscientizar os estudantes sobre a importância de conhecer a Língua Brasileira de Sinais (Libras) para pessoas com deficiência auditiva e deficiência afônica, e o Braile, sistema de leitura para deficientes visuais, de forma a agregar valores inclusivos culturais da realidade social no país. 

 

O decreto 5.626 que regulamenta a Lei de Libras, nº10.436, de 24 de abril de 2002, discorre sobre a formação e atuação de profissionais no ensino de Libras, destacando no capítulo III, artigo 4º: 

A formação de docentes para o ensino de Libras nas séries finais do ensino fundamental, no ensino médio e na educação superior deve ser realizada em nível superior, em curso de graduação de licenciatura plena em Letras: Libras ou em Letras: Libras/Língua Portuguesa como segunda língua. 

 

A Lei do Braile, nº 4.169, de 4 de dezembro de 1962, oficializa as convenções Braile para uso na escrita e leitura dos cegos e o Código de Contratações e Abreviaturas Braile, que no artigo 2º, diz: 

 

A utilização do Código de Contrações e Abreviaturas Braille será feita gradativamente, cabendo ao Ministro da Educação e Cultura, ouvido o Instituto Benjamin Constant, baixar regulamento sôbre prazos da obrigatoriedade a que se refere o artigo anterior e seu emprêgo nas revistas impressas pelo sistema Braille no Brasil, livros didáticos e obras de difusão cultural, literária ou científica. 

 

A partir da Lei do Braile, foi criada a Portaria MEC nº 3.284, de 7 de novembro de 2003, que define as normas de como as escolas devem disponibilizar os meios de ensino aos alunos com deficiência visual, e também regulamenta como as instituições devem apresentar vagas no ensino superior para pessoas com deficiência. 

 

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, o Brasil possui mais de 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual, sendo cerca de 582 mil pessoas cegas e 6 milhões de pessoas com baixa visão, e ao menos 10 milhões de pessoas surdas. Portanto, disseminar o conhecimento sobre Libras e Braile é fundamental para a inclusão social. 

 

O objetivo da Fundação Mudes é alertar as instituições de ensino sobre a importância e relevância da temática, para qualificação e encaminhamento das pessoas com deficiência afônica, auditiva ou visual para o mercado de trabalho, com o intuito de valorizar a potencialidade e promover o exercício da cidadania. 

 

Por isso, a Fundação Mudes oferece vagas para PCDs ingressarem ao mercado de trabalho. Clique aqui e confira as oportunidades! 

Cadastre sua instituição de ensino com a Fundação Mudes.

Ou entre em contato conosco:

Telefone: (21) 3094-1149

E-mail: gedipcal@mudes.org.br

Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você concorda com tal monitoramento. Informamos ainda que atualizamos nossa Política de Privacidade. Conheça nosso Portal da Privacidade e veja a nossa nova Política.